26883 - Formação de Orientadores de Aprendizagem Territoriais para o SUS
Ano Base: 2025Tipo de ação: CURSO DE EXTENSÃO
Plano de ensino
Plano de ensino: Curso está estruturado em atividades teóricas síncronas, preparatórias para o desenvolvimento de atuação dos participantes como "Orientadores de Aprendizagem Territorial" no projeto "Cartografia da Atenção Especializada no Brasil", utilizando-se a plataforma Zoom. As atividades educacionais ocorrerão durante os meses de maio a agosto de 2025, tendo como premissa a educação para adultos em que os docentes responsáveis pelas temáticas, iniciam com a mobilização dos conhecimentos prévios dos estudantes e na sequencia ofertam aporte teórico conceitual para subsidiar o processo de aprendizagem de cada estudante. Após essa etapa, as atividades práticas consistirão em atividades mensais de 4h em forma remota síncrona, em que os estudantes serão acompanhados pelos docentes para reflexão sobre a prática de atuação como orientadores de aprendizagem em atividades territoriais de planejamento/qualificação da atenção especializada no Sistema Único de Saúde em regiões de saúde em dez estados brasileiros Amazonas, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Todo conteúdo trabalhado durante o desenvolvimento do aprimorando está baseado no desenvolvimento de capacidades do perfil de competências do orientador de aprendizagem territorial.
Objetivos e Resultados Esperados: Objetivo: Formação e qualificação profissional para atuação como Orientadores de Aprendizagem Territoriais no projeto Cartografia da Atenção Especializada no Brasil. Resultados Esperados: Profissionais qualificados para orientar gestores locais do SUS na implementação de novos arranjos de gestão do cuidado em redes na Atenção Especializada. Bem como para estimular e apoiar a constituição de espaços de educação permanente regionais, para acompanhamento das ações de qualificação da Atenção Especializada nas regiões de saúde participantes do projeto.
Justificativas: Consideramos a estratégia de formação-intervenção no modelo da Educação Permanente em Saúde (EPS), que utiliza ferramentas e dispositivos que induzem a aprendizagem a partir das experiências e situações- problema extraídas do cotidiano do trabalho, colocando em análise as relações e os processos de trabalho, para mobilizar o trabalhador a construir e colocar em ato soluções criativas para as dificuldades da prática. A EPS é, portanto, um dispositivo que provoca os gestores e os trabalhadores; intervenção que conta com a participação ativa dos atores no território, desencadeando aprendizagens baseadas em problemas e análise-crítico reflexiva. Estrategicamente, essa ferramenta deverá contribuir para implementar a PNAES, deslocando o trabalho de indução dessa política ao território, construindo em conjunto com os atores novos arranjos de cuidado em redes, a partir de situações-problemas capazes de provocar novas aprendizagens. Nesse sentido, o apoio e orientação oriundos da atuação de profissionais qualificados e com expertise em processos de educação permanente em saúde, pesquisa-intervenção e gestão das redes de atenção à saude, se faz essencial para o bom desenvolvimento do projeto Cartografia da Atenção Especializada no Brasil.
Metodologias: O Curso de Aprimoramento está ancorado em uma concepção educacional que tem como premissa o respeito aos princípios de autonomia e participação no processo de construção coletiva do conhecimento, e da problematização da realidade, dos conhecimentos prévios, a partir de atividades educacionais participativas, em que os docentes atuam como facilitadores da aprendizagem e os aprimorandos como atores ativos em seu próprio processo educacional. Optar por essa concepção é apoiar-se em uma escolha de diálogo pedagógico voltado à horizontalização e integração de saberes, e à promoção de uma atitude crítica e reflexiva, permitindo um leque de olhares sobre a realidade que inclui as experiências e os saberes prévios, considerados determinantes para a construção de novos saberes e da aprendizagem significativa. Que corresponde ao saber que é adquirido à medida que o educando/profissional atribui significado ao que já conhecia ou vivenciou. O Perfil de Competência do Orientador de Aprendizagem Territorial orienta o processo formativo durante todo o aprimoramento, facilitando a compreensão sobre o sentido e os caminhos a serem percorridos nessa formação, e está desenhado a partir de dimensões de competência: "Processos educacionais", "Identificação das necessidades, apropriação e usos do conhecimento científico" e "Gestão e governo da atenção especializada" que integram um conjunto de desempenhos e habilidades que serão desenvolvidos pelos aprimorados, com apoio dos docentes ao longo das atividades teóricas e práticas/reflexivas mensalmente. O processo avaliativo também está estruturado a partir desse perfil, tomando um caráter longitudinal e processual. A avaliação se dará como um processo dialógico e contínuo, tendo como principais objetivos acompanhar o processo de ensino-aprendizagem dos aprimorandos, no intuito de promover apoio às lacunas identificadas e redirecionar o próprio fazer pedagógico, uma vez que os Orientadores de Aprendizagem Territorial estarão desenvolvendo atividades com os gestores locais do SUS e também serão avaliados continuamente pelos especializandos. As atividades educacionais serão realizadas de forma remota/síncrona através da plataforma de videoconferência "Zoom" que permite que docentes e aprimorandos se comuniquem por vídeo, áudio e chat. Sendo uma plataforma é intuitiva e fácil de usar, o que facilita a adaptação dos participantes ao ambiente virtual de aprendizagem, considerando o cronograma prévio das atividades educacionais do curso.
Conteúdo programático com responsáveis pedagógicos por tema/assunto - aula ou grupo de aulas: - AULA 1: 09 de maio 2025 das 9h as 17h. Tema: Educação Permanente em Saúde e Metodologia Ativas de Ensino e Aprendizagem. Docente: Rosemarie Andreazza e Lara Paixão - AULA 2: 06 de junho 2025 das 9h as 17h. Tema: Construção de Grupalidade e Análise Institucional. Docente: Ana Rabello e Camila Campos Avarca - AULA 3: 18 julho 2025 das 9h as 17h. Tema: Processo de Facilitação e processos Educacionais mediado por tecnologia, Tutoria/Moderação AVA e Tecnologias da Informação e Comunicação/Uso da Inteligência Artificial. Docentes: Fernanda Rocco, Mariana Fonseca Paes e Samara Kielmann - AULA 4: 15 agosto 2025 das 9h as 17h. Tema: Dimensões da Gestão do Cuidado e Diretrizes Gerais da PNAES e PMAE (Programa Mais Acesso a Especialista); Planejamento Estratégico, Monitoramento e Avaliação. Docentes: Alícia Krüger, Cristian Fabiano e Debora do Carmo - EP1: 12 setembro 2025; EP2: 10 outubro 2025; EP3: 14 novembro 2025; EP4: 12 dezembro 2025; EP5: 23 janeiro 2026; EP6: 20 fevereiro 2026 - todos encontros das 14h as 18h. Orientação aula prática/Reflexão da Prática. Docentes: Camila Campos Avarca, Cristian Guimarães, Debora do Carmo, Fernanda Rocco, Guilherme Salgado, Luis Tofani, Mawusi Ramos, Samara Kielmann, Rosemarie Andreazza. - EP7: 20 de março 2026 das 9h as 17h. Tema: Avaliação formativa. Docentes: Camila Campos Avarca, Cristian Guimarães, Debora do Carmo, Fernanda Rocco, Guilherme Salgado, Luis Tofani, Mawusi Ramos, Samara Kielmann, Rosemarie Andreazza. - EP8: 10 abril 2026; EP9: 15 maio 2026; EP10: 19 junho 2026; EP11: 10 julho 2026; Encontro de Encerramento do curso: 25 julho 2026 das 9h as 17h. Tema: Avaliação Somativa (final). Docentes: Camila Campos Avarca, Cristian Guimarães, Debora do Carmo, Fernanda Rocco, Guilherme Salgado, Luis Tofani, Mawusi Ramos, Samara Kielmann, Rosemarie Andreazza.
Referências (bibliográficas e outras): Ceccim RB. Educação permanente em Saúde: desafio ambicioso e necessário. Interface ¿ Comunic Saúde Educ. 2005a;9(16):161-77. Ceccim RB. Educação permanente em Saúde: descentralização e disseminação de capacidade pedagógica na saúde. Ciênci Saúde Col. 2005b;10(4):975-86. MITRE, S. M. et al. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na formação profissional em saúde: debates atuais. Ciênc. & Saúde Coletiva, v. 13, Supl. 2, p. 2133-2144, 2008. PEDUZZI, M. et al. Trabalho em equipe: uma revisita ao conceito e a seus desdobramentos no trabalho interprofissional. Trab. educ. saúde, v. 18, Supl.1, 2020. LIMA, V. V. Espiral construtivista: uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem. Interface (Botucatu), v. 21, n. 61, p. 421-434, 2017 BRASIL. Rede HUMANIZASUS. Atenção especializada. Ministério da Saúde. Disponível em: https://redehumanizasus.net/93328-atencao-especializada/ Cecílio LCO, Matsumoto NF. Uma taxonomia operacional de necessidades em saúde. In: Pinheiro R, Ferla AA, Mattos RA, organizadores. Gestão em redes: tecendo os fios da integralidade em saúde. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro: EdUCS/UFRS, IMS/UERJ, CEPESC; 2006. p. 37-50. Silva RVGO, Ramos FRS. Integralidade em saúde: revisão de literatura. Cienc Cuid Saude. 2010; 9(3):593-601 Brito-Silva K, Bezerra AFB, Tanaka OY. Direito à saúde e integralidade: uma discussão sobre os desafios e caminhos para sua efetivação. Interface (Botucatu). 2012; 16(40):249-60. Tofani LFN, Furtado LAC, Andreazza R, Nasser MA, Chioro A. Construção da integralidade na Rede de Atenção às Urgências e Emergências: o cuidado para além dos serviços. Interface (Botucatu) [Internet]. 2022;26(Interface (Botucatu), 2022 26). Mendes EV. As Redes de Atenção à Saúde. Cien Saude Colet 2010; 15(5):2297- 2305 Magalhães Junior HM. Redes de atenção à saúde: rumo à integralidade. Divulgação em Saúde para Debate, Rio de Janeiro, n. 52, p. 15-37, out. 2014. Viana ALD, Bousquat A, Melo GA, Negri Filho AD, Medina MG. Regionalização e Redes de Saúde. Ciênc Saúde Coletiva. 2018;23(6): 1791-8 Tesser CD, Poli P. Atenção especializada ambulatorial no Sistema Único de Saúde: para superar um vazio. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2017Mar; 22(Ciênc. saúde coletiva, 2017 22(3)). Canabrava CM. O Acesso à Atenção Especializada Hospitalar no SUS na Pandemia de COVID-19: Ampliação, Insuficiências e Iniquidades. CONASS, 2021 Merhy EE, Gomes MPC, Silva E, Santos MFL, Cruz KT, Franco TB. Redes Vivas: multiplicidades girando as existências, sinais da rua. Implicações para a produção do cuidado e a produção do conhecimento em saúde. Divulg Saude Debate 2014; 52:153-16 Chioro A; Andreazza R; Furtado LAC; Araujo EC; Nasser MA; Pereira AL; Cruz NLM; Tofani LFN; Harada J; Bizetto OF; Bragagnolo LM; Bigal AL; Feliciano DGCF; Silva GR; Guimarães CF; Rebequi A; Henchen MF; Bortoli JQ. Rede de Atenção às Urgências e Emergências e a Produção Viva de Mapas de Cuidados - Relatório Final. 2022. (Relatório de pesquisa). Cecilio LCO, Carapinheiro G, Andreazza R, Souza ALM, Andrade MG, Santiago SM, Meneses CS, Reis DO, Araújo EC, Pinto NRS, Spedo SM. (2014). O agir leigo e o cuidado em saúde: a produção de mapas de cuidado. Cadernos de Saúde Pública, 30 (Cad. Saúde Pública, 2014 30(7)). Tofani LFN, Furtado LAC, Guimarães CF, Feliciano DGCF, Silva GR da, Bragagnolo LM, et al. Caos, organização e criatividade: revisão integrativa sobre as Redes de Atenção à Saúde. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2021Oct;26(Ciênc. saúde coletiva, 2021 26(10)). Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Decreto no 7.508, de 28 de junho de 2001:regulamentação da Lei no 8.080/90 / Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. ¿ 1. ed., 4. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Lourau R. A análise institucional. Editora Vozes, Petrópolis, 294pp. 1975
Modo e critérios da avaliação de aproveitamento: Para operacionalizar o processo serão utilizadas as modalidades de avaliação formativa e somativa, em diferentes momentos, por meio de instrumentos que contemplem a articulação entre a avaliação de objetivos, conteúdos, estratégias e o desempenho dos diferentes atores envolvidos no projeto. Os processos avaliativos acontecerão de forma longitudinal no decorrer do curso, tendo o Perfil de Competência (PC) como o principal parâmetro de avaliação individual de cada aprimorando, e a frequência nas atividades formativas. O Curso contará com 1 avaliação formativa (em março de 2026) e uma somativa (ao final do curso em setembro 2026). As avaliações formativas poderão resultar em dois conceitos: ¿Satisfatório¿ ou ¿Precisa Melhorar¿. Neste último, o aprimorando, juntamente com o docente, deverá definir ações para a melhoria do desempenho e/ou ampliação das capacidades referidas no Perfil de Competência proposto. A avaliação somativa poderá resultar em dois conceitos: ¿Satisfatório¿ ou ¿Insatisfatório¿. O primeiro indica que o aprimorando desenvolveu as capacidades previstas e cumpriu com critérios de frequência e participação nas atividades desenvolvidas; já o conceito ¿Insatisfatório¿ significa a reprovação no curso e a não obtenção do título. É importante salientar que o aprimorando será considerado protagonista nos processos avaliativos, já que as autoavaliações serão estimuladas pelos docentes como parte essencial de seu caráter educacional. Critérios para avaliação, desenvolvimento de habilidades conforme perfil: ÁREAS: 1) Processos educacionais: Realiza e fomenta a formação de gestores, trabalhadores e usuários nas regiões de saúde. Facilita processos de formação-intervenção de gestores, profissionais reguladores e gerentes dos serviços de AE, da área hospitalar, ambulatorial e da APS, considerando as singularidades locorregionais. Estimula a abertura para aprender a aprender e o reconhecimento de lacunas de aprendizagem junto aos especializandos. Apoia a redação e elaboração das narrativas analíticas da prática de gestão da AES, produzidas pelos especializandos. Apoia a formulação do projeto político-pedagógico do curso de especialização em Gestão do cuidado em rede, em conjunto com a equipe de pesquisa e dos gestores nas regiões de saúde. Utiliza instrumentos estruturados de avaliação e de gestão educacional do curso de especialização a serem preenchidos a cada encontro do curso. 2) Identificação das necessidades, apropriação e usos do conhecimento científico: Promove o desenvolvimento locorregional do campo conceitual-operativo que sustenta a PNAES num plano ético-político. Favorece o processo de identificação das necessidades de maior aporte de conhecimento científico para a construção, pactuação e implementação da PNAES nos diferentes territórios. Favorece o desenvolvimento de processos de experimentação/intervenção com aporte do conhecimento científico, como gerador de novos conhecimentos, de novas estratégias e ferramentas de gestão do cuidado em redes regionalizadas. Apoia a construção e desenvolvimento de mapas de acompanhamento das experiências desenvolvidas e/ou aprimorados nas regiões. 3) Gestão e governo da atenção especializada: Facilita processos educacionais com base no planejamento participativo, com o aporte de dispositivos, estratégias e ferramentas para seu monitoramento. Facilita processos educacionais para a compreensão da gestão do cuidado do cuidado em rede nos processos de gestão e governo da AE. Estimula o desenvolvimento de arranjos inovadores de gestão do cuidado em redes que contribuam para implementar a PNAES nas regiões de saúde. Considera aspectos ligados à regionalização e à governança regional, para favorecer a qualificação das relações interfederativas nos planos de intervenção acompanhados localmente. Utiliza da educação permanente em saúde em suas dimensões de formação, de gestão e de análise institucional, para facilitar a produção sistematizada de conhecimento.
Estratégias de Divulgação: A divulgação se dará via articulação com Secretarias Estaduais de Saúde e Conselhos de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS) dos estados contemplados no projeto, já que o público-alvo do curso são pesquisadores/profissionais oriundos desses estados.
Recursos didáticos: As atividades educacionais serão realizadas através de situações problemas/casos de traçadores/narrativas da pratica profissional que mobilizarão o conhecimento prévio dos educandos, com discussão de pontos principais em grupo a partir desse material. Além disso serão utilizados textos de referência para as discussões temáticas, a serem disponibilizados pelos docentes conforme as aulas teóricas e exercício de discussão em grupo, durante as atividades remotas síncronas. Para as atividades práticas os educandos serão estimulados a realizar registro em diário de campo e esses registros serão processados durante os encontros com docentes, para reflexão sobre a prática de orientação territorial no que tange o desenvolvimento das ações de planejamento estratégico da implementação da PNAES nas regiões.
Ementa: Este curso tem como objetivo capacitar profissionais de saúde com experiencia em gestão do SUS, e pesquisas no âmbitos da saúde coletiva, integrando educação permanente, gestão participativa, tecnologias digitais e metodologias ativas de aprendizagem, em consonância com os princípios do SUS. Para implementação da PNAES nas regiões de saúde priorizadas pelo projeto. A programação da formação aborda Educação Permanente em Saúde (EPS) e Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem, visando a formação crítica e reflexiva. Explora a Construção de Grupalidade e a Análise Institucional, com foco em autogestão e dinâmicas de equipe, essenciais para o trabalho colaborativo em saúde. Discute o Processo de Facilitação de Grupos e a Mediação de Processos Educacionais com Tecnologia, preparando os participantes para liderar discussões e capacitações tanto presenciais quanto remotas. Inclui o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e Inteligência Artificial (IA) na saúde, abordando suas aplicações e desafios éticos. Aborda ainda a Moderação e Tutoria em Ensino a Distância (EaD), capacitando para a gestão de ambientes virtuais de aprendizagem. Na esfera da Gestão do Cuidado, reforça os princípios de Universalidade, Equidade e Integralidade, além de aprofundar discussões sobre as diretrizes da PNAES (Política Nacional de Atenção Especializada) e do PMAE (Programa Mais Acesso a Especialistas). Por fim, trabalha Planejamento Estratégico, Monitoramento e Avaliação de ações em saúde, garantindo eficácia na gestão de serviços e programas. O curso combina teoria e prática, com metodologias interativas e suporte técnico-pedagógico ao longo do desenvolvimento das atividades dos orientadores com os gestores na região de saúde.