SIEX - Sistema de Informações de Extensão

27202 - Escola São Paulo de Ciência Avançada sobre Poluentes Emergentes
Ano Base: 2025
Tipo de ação: CURSO DE EXTENSÃO
Plano de ensino

Plano de ensino: Visando uma ormação integrativa em realação a poluentes emergentes, o curso contara com aulas téricas (21), práticas (10), saídas de campo (2), sessões tutoradas (7), palestras técnicas (4). Além de apresentação de trabalhos realizados pelos alunos e palestras técnicas. Mesas-redondas: 2 Sessões de pôsteres: 7 Sessão de premiação de trabalhos: 1

Objetivos e Resultados Esperados: Contribuir com a formação de estudantes de pós-graduação e pós-doutorandos de diversas áreas de conhecimento e, eventualmente recém-doutores, na temática sobre Poluentes Emergentes, desenvolvendo e aprofundando conhecimentos técnicos, ampliando sua visão para fomentar abordagens multi e interdisciplinares necessárias a este tema complexo. Objetivos específicos . Compartilhar conhecimento: fomentar a troca de conhecimento e experiências entre especialistas internacionais (de universidades, centros de pesquisa, órgãos governamentais e indústria) e alunos que trabalham em diferentes áreas do conhecimento relacionadas com poluentes emergentes. . Desenvolver capacidades: oferecer treino avançado ao público-alvo com componentes teóricas e práticas, realizado em proximidade nas áreas de previsão, priorização, análise, identificação, toxicidade e de poluentes emergentes no ambiente. . Colaboração Interdisciplinar: fomentar a colaboração e o estabelecimento de redes internacionais entre profissionais de diversas áreas do conhecimento, incluindo cientistas, gestores públicos e partes interessadas da indústria, para enfrentar os desafios complexos apresentados pelos poluentes emergentes. . Promover inovação: incentivar o desenvolvimento de abordagens inovadoras, tecnologias e estratégias para priorizar, monitorar, avaliar e tratar poluentes emergentes. . Conscientizar para a Educação: Sensibilizar sobre a importância dos poluentes emergentes e seus potenciais efeitos adversos e educar as partes interessadas sobre soluções sustentáveis e medidas preventivas.

Justificativas: A Escola São Paulo de Ciência Avançada sobre Poluentes Emergentes é extremamente importante para enfrentar desafios ambientais contemporâneos. Esta escola internacional reúne, durante 12 dias, pesquisadores e jovens estudantes para explorar o multifacetado mundo dos poluentes emergentes. Assim, sua importância se reflete para: Educação: A escola serve como uma plataforma para aumentar a conscientização sobre os poluentes emergentes, sua natureza diversa, os riscos potenciais e possíveis tratamentos para lidar com este problema. Abordagem Interdisciplinar: Através do seu programa abrangente, os participantes interagem com várias áreas do conhecimento, como a química analítica, ciências ambientais, toxicologia, engenharia e legislação, fomentando a colaboração e a resolução inovadora de problemas. Troca de Conhecimento e Networking: A cooperação internacional facilita a troca de conhecimento e o surgimento de novas parcerias. Experiência de Campo: A saída de campo oferece experiência na coleta de amostras e monitoramento ambiental, expondo os participantes aos desafios e metodologias do mundo real. Esta componente de aprendizagem experimental enriquece sua compreensão da dinâmica ambiental e fortalece as suas capacidades de resolução de problemas. Formação Prática: As aulas de laboratório proporcionam treino prático em vários aspectos da análise de poluentes, desde a coleta e preparação de amostras até a geração e interpretação de resultados. Essa experiência aprimora as habilidades técnicas dos participantes e os prepara para conduzir pesquisas independentes nas suas áreas de atuação. Inovação e Soluções: Ao incentivar a criatividade e o pensamento crítico, a escola encoraja os participantes a explorar soluções inovadoras para a remediação de poluentes emergentes. Capacitação: Ao capacitar jovens pesquisadores com conhecimento, habilidades e redes, a escola cultiva uma nova geração de líderes preparados para enfrentar os complexos desafios do século XXI.

Metodologias: A escola contará com um Hackathon intitulado ¿Building bridges with emerging pollutants¿ com duração de 90 minutos, cujo objetivo é agrupar estudantes e pesquisadores para fomentar ideias para o desenvolvimento de atividades diárias sobre Poluentes Emergentes, que formarão o conjunto de produtos da ESPCA. Resultante do Hackathon, os alunos serão divididos em pequenos grupos que trabalharão sob a tutoria de um ou dois dos docentes ministrantes dos cursos da escola. Os encontros tutorados empregarão estratégias de Aprendizado Baseado em Problemas (Problem Based Learning). As tutorias permitirão uma maior interação diária entre os pesquisadores seniores e os alunos (face-to-face), contribuindo para a sua formação para além da assistência aos cursos da escola. Ao todo serão 7 sessões tutoradas, com duração de 2 horas cada, sendo que no último dia da escola os alunos apresentarão para todos os participantes os seus resultados e a estruturação de propostas de trabalho. No último dia do curso, os grupos tutorados apresentarão seus produtos para a plenária completa da ESPCA. Os produtos dependerão em parte do perfil dos estudantes selecionados, mas serão propostos e poderão incluir a elaboração de capítulos de livro didático sobre poluentes emergentes, artigos de revisão, notas técnicas e propostas de projetos de pesquisa em rede. Estes produtos também servirão para a Comissão Organizadora analisar o aproveitamento do curso e organizar seu relatório. Em relação às aulas práticas, a escola contará com uma saída de campo com embarcação pelo estuário de Santos (SP, Brasil), em duas campanhas com 4 horas de duração cada para abordar aspectos relativos ao planejamento e à coleta de amostras ambientais. Adicionalmente, estão reservados dois dias para aulas práticas nos quais ocorrerão simultaneamente 5 diferentes experimentos, alguns deles com as amostras coletadas na saída de campo. As aulas práticas se repetirão em ambos os dias para possibilitar aos alunos participarem de dois tipos de experimentos diferentes durante a escola, à sua escolha. Os alunos irão se inscrever antecipadamente nos experimentos de acordo com o número de vagas estabelecidas. Os alunos terão também a oportunidade de apresentar resultados completos ou em desenvolvimento de seus projetos de pesquisa nas 7 sessões de pôsteres, em que cerca de 15 trabalhos serão apresentados por sessão. A escolha de um número reduzido de trabalhos por sessão visa contribuir para uma maior atenção dos participantes às apresentações, permitindo uma avaliação mais detalhada e uma maior troca dos pesquisadores com os estudantes. Ao fim do curso, ocorrerão ainda 2 mesas-redondas de 90 minutos cada para integrar as visões e perspectivas entre os professores da ESPCA sobre Poluentes Emergentes aos alunos. A escola contará ainda com 4 palestras técnicas referentes a equipamentos ou estratégias analíticas empregadas para monitoramento de poluentes emergentes em matrizes ambientais, a serem oferecidas por representantes da indústria de equipamentos científicos.

Conteúdo programático com responsáveis pedagógicos por tema/assunto - aula ou grupo de aulas: Conteúdo Programático 1. Novas Entidades: Diversidade dos Poluentes Emergentes e sua Predição e Priorização Biomonitoramento humano de poluentes emergentes na era do expossoma Estratégias para predição e priorização de poluentes emergentes: pesticidas Estratégias para predição e priorização de poluentes emergentes: fármacos 2. Metodologias Analíticas para Monitoramento de Poluentes Emergentes Métodos analíticos e estratégias de pesquisa para avaliação da contaminação por poluentes emergentes Métodos verdes de preparo de amostras para determinação de poluentes emergentes Estudo de caso: desafios e avanços no monitoramento de poluentes regulados e emergentes no estado de São Paulo 3. PFAS e PFOS ¿ Poluentes Emergentes Persistentes PFAS como contaminantes da água potável: qualidade, tratamento, regulamentação e impactos PFAS em águas subterrâneas: destino e transporte Remediação de poluentes eternos (PFAS) com auxílio da biodiversidade 4. Poluentes Emergentes no Ambiente: Da Detecção à Exposição Drogas ilícitas como poluentes emergentes e o papel da vigilância de esgoto na estimativa da exposição populacional Fármacos e drogas ilícitas: avaliação de risco ecológico e impactos na saúde humana Estudo de caso: estudos ecotoxicológicos de poluentes emergentes em zonas costeiras 5. Microplásticos e Nanoplásticos como Poluentes Emergentes Desafios científicos no estudo de micro e nanoplásticos Microplásticos e poluentes emergentes associados no ambiente Aplicação de abordagens multiníveis para explorar a toxicidade de micro e nanoplásticos em organismos aquáticos 6. Trabalho de Campo: Desafios na Coleta de Amostras para Avaliação e Monitoramento de Poluentes Emergentes Visita técnica ao Estuário de Santos 7. Vigilância e Regulamentação Ambiental de Poluentes Emergentes Vigilância da resistência antimicrobiana em águas e efluentes: detecção, quantificação de genes de resistência a antibióticos e interpretação de resultados Aspectos legais para a regulamentação de poluentes emergentes Desafios para o monitoramento e fiscalização da qualidade ambiental no estado de São Paulo: evolução temporal e tendências futuras 8. Estratégias para Remoção de Poluentes Emergentes das Matrizes Ambientais Processos de membranas: perspectivas no tratamento de água Água potável e efluentes: poluentes emergentes, tratamento e reúso Materiais de base biológica como adsorventes para poluentes emergentes: usos e perspectivas 9. Aulas Práticas de Laboratório Predição e priorização de poluentes emergentes com métodos in silico e dados experimentais para avaliação de risco Bioensaios ecotoxicológicos com poluentes emergentes Preparo de amostras e análise de poluentes emergentes em amostras ambientais Métodos de amostragem e análise de microplásticos Estratégias de remoção de poluentes emergentes 10. Perspectivas Integradas sobre Poluentes Emergentes Mesa-redonda: integração de visões e perspectivas entre pesquisadores e estudantes sobre poluentes emergentes 11. Integração entre Indústria e Academia nos Estudos sobre Poluentes Emergentes

Referências (bibliográficas e outras): Carson, R. L. Silent Spring. Penguin: London, 2002. Gravilescu, M.; Demnerová, K.; Aamand, J.; Agathos, S.; Fava, F. Emerging pollutants in the environment: present and future challenges in biomonitoring, ecological risks and bioremediation. New Biotechnology 32(1), p. 147-156, 2015. https://doi.org/10.1016/j.nbt.2014.01.001 Machado, K.C.; Grassi, M.T.; Vidal, C.; Pescara, I.C.; Jardim, W.F.; Fernandes, A.N.; Sodré, F.F.; Almeida, F.V.; Santana, J.S.; Canela, M.C.; Nunes, C.R.O., Bichinho, K.M.; Severo, F.J.R. A preliminary nationwide survey of the presence of emerging contaminants in drinking and source waters in Brazil. Science of The Total Environment 572, 138-146, 2016. Madeira, C.L.; Acayaba, R.D.; Santos, V.S.; Villa, J.E.L.; Jacinto-Hernández, C.; Azevedo, J.A.T.: Elias, V.O.; Montagner, C.C. Uncovering the impact of agricultural activities and urbanization on rivers from the Piracicaba, Capivari, and Jundiaí basin in São Paulo, Brazil: A survey of pesticides, hormones, pharmaceuticals, industrial chemicals, and PFAS. Chemosphere 341, 139954, 2023. Richardson, K.; Steffen, W.; Lucht, W.; Bendtsen, J.; Cornell, S.E.; Donges, J.F.; Drüke, M.; Fetzer, I.; Bala, G.; Bloh, W.; Feulner, G.; Fiedler, S.; Gerten, D.; Gleeson, T.; Hofmann, M.; Huiskamp, W.; Kummu, M.; Mohan, C.; Nogués-Bravo, D.; Petri, S.; Porkka, M.; Rahmstorf, S.; Schaphoff, S.; Thonicke, K.; Tobian, A.; Virkki, V.; Wang-Erlandsson, L; Weber, L.; Rockström, J. Earth beyond six of nine planetary boundaries. Science Advances 9,eadh2458, 2023. https://doi.org/10.1126/sciadv.adh2458 Starling, M.C.; Amorim, C.C.; Leão, M.M.D. Occurrence, control and fate of contaminants of emerging concern in environmental compartments in Brazil. Journal of Hazardous Materials 372, 17-36, 2019. https://doi.org/10.1016/j.jhazmat.2018.04.043 Niu, L.; Liu, W.; Juhasz, A.; Chen, J.; Ma, L. Emerging contaminants antibiotic resistance genes and microplastics in the environment: Introduction to 21 review articles published in CREST during 2018¿2022. Critical Reviews in Environmental Science and Technology 52(23), 4135-4146, 2023. https://doi.org/10.1080/10643389.2022.2117847 Persson, L.; Almroth, B.M.C.; Collins, C.D.; Cornell, S.; Wit, C.A.; Diamond, M.L.; Fantke, P.; Hasselöv, M.; MacLeod, M.; Ryberg, M.W.; Jörgensen, P.S.; Vilarrubia-Gómez, P.; Wang, Z.; Hauschild, M.Z. Outside the Safe Operating Space of the Planetary Boundary for Novel Entities. Environmental Science & Technology 56, 1510-1521, 2022. https://pubs.acs.org/doi/pdf/10.1021/acs.est.1c04158 Rockström, J.; Gupta, J.; Qin, D. et al. Safe and just Earth system boundaries. Nature 619, 102-111, 2023. https://doi.org/10.1038/s41586-023-06083-8 Rowland, F.S. Stratospheric Ozone Depletion by Chlorofluorocarbons. Ambio 19(6/7), 281-292, 1990. https://www.jstor.org/stable/4313719 Sauvé, S.; Desrosiers, M. A review of what is an emerging contaminant. Chemistry Central Journal 8(15), 2014. https://doi.org/10.1186/1752-153X-8-15 Swingedouw, D.; Ifejika Speranza, C.; Bartsch, A.; Durand, G.; Jamet, C.; Beaugrand, G.; Conversi, A. Early Warning from Space for a Few Key Tipping Points in Physical, Biological, and Social-Ecological Systems. Surveys in Geophysics 41, 1237¿1284, 2020. https://doi.org/10.1007/s10712-020-09604-6 UN (United Nations). The Sustainable Development Goals Report 2023: Special edition Towards a Rescue Plan for People and Planet_United Nations. 2023. https://unstats.un.org/sdgs/report/2023/ WHO (World Health Organization). Prevention and control of antimicrobial resistance in the food chain: guidance for food safety authorities in Europe. 2024. https://www.who.int/europe/publications/i/item/9789289058759

Modo e critérios da avaliação de aproveitamento: A escola contará com um Hackathon intitulado ¿Building bridges with emerging pollutants¿ com duração de 90 minutos, cujo objetivo é agrupar estudantes e pesquisadores para fomentar ideias para o desenvolvimento de atividades diárias sobre Poluentes Emergentes, que formarão o conjunto de produtos da ESPCA. Resultante do Hackathon, os alunos serão divididos em pequenos grupos que trabalharão sob a tutoria de um ou dois dos docentes ministrantes dos cursos da escola. Os encontros tutorados empregarão estratégias de Aprendizado Baseado em Problemas (Problem Based Learning). As tutorias permitirão uma maior interação diária entre os pesquisadores seniores e os alunos (face-to-face), contribuindo para a sua formação para além da assistência aos cursos da escola. Ao todo serão 7 sessões tutoradas, com duração de 2 horas cada, sendo que no último dia da escola os alunos apresentarão para todos os participantes os seus resultados e a estruturação de propostas de trabalho. No último dia do curso, os grupos tutorados apresentarão seus produtos para a plenária completa da ESPCA. Os produtos dependerão em parte do perfil dos estudantes selecionados, mas serão propostos e poderão incluir a elaboração de capítulos de livro didático sobre poluentes emergentes, artigos de revisão, notas técnicas e propostas de projetos de pesquisa em rede. Estes produtos também servirão para a Comissão Organizadora analisar o aproveitamento do curso e organizar seu relatório.

Estratégias de Divulgação: Estratégia de Divulgação da Escola no Brasil e no Exterior Objetivo: Divulgar a Escola São Paulo de Ciência Avançada sobre Poluentes Emergentes no Brasil e no Exterior, promovendo sua relevância académica e atraindo participantes do Brasil (50%) e internacionais (50%). Público-Alvo: Estudantes de pós-graduação e recém doutores (máximo 2 anos de conclusão do doutorado) que desenvolvam projetos relacionados a poluentes emergentes, suas implicações para a saúde e o meio ambiente. 1. Estratégias de Divulgação: a. Marketing Digital: Criação de um site e desenvolvimento de campanhas de marketing digital direcionadas para públicos específicos, utilizando redes sociais (Instagram, X, Facebook, LinkedIn). Criação de conteúdo educativo e informativo sobre poluentes emergentes para atrair interesse online. Produção de artigos, blogs e vídeos. b. Parcerias Institucionais: Estabelecimento de parcerias com universidades, instituições de investigação, empresas e organizações internacionais para promover a Escola e alcançar públicos diversos. Por exemplo, no Brasil a escola será divulgada junto às sociedades científicas e instituições de classe (e.g. Sociedade Brasileira de Química, Associação Brasileira de Oceanografia, Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia, Conselhos Nacionais e Regionais de profissionais relacionados à temática etc). Como exemplo internacional, em Portugal a divulgação (sites e/ou email) será feita nos Departamentos de Ambiente e Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa e nos Institutos de Investigação iBET e ITQB (através da unidade de investigação GREEN-IT - Bioresources for Sustainability). Tais iniciativas se replicarão em diversos países de todos os continentes utilizando a rede de contados dos professores dos cursos e também as instâncias universitárias que gestão as relações internacionais das universidades de vínculo dos membros da Comissão Organizadora e dos palestrantes convidados, além da rede de contatos científicos dos mesmos. Para além disso, um slide com informação sobre a escola será distribuído aos palestrantes convidados para que estes possam divulgar a escola sempre que participam em atividades letivas, eventos e conferências relevantes. c. Relações Públicas: Elaboração de comunicados de imprensa e envio para periódicos internacionais e nacionais de alta visibilidade, destacando a importância da Escola e seu impacto na comunidade científica. Interação com jornalistas e influenciadores para garantir cobertura mediática significativa antes, durante e após o evento. Cronograma Mês 1-2: Preparação e planejamento Desenvolvimento de materiais promocionais, incluindo brochuras, vídeos e banners digitais. Identificação de jornais internacionais de alta visibilidade para envio de comunicados de imprensa. Mês 3-4: Início da Divulgação e Inscrições Lançamento das campanhas de marketing digital, com foco na conscientização sobre a Escola e o seu programa. Envio dos comunicados de imprensa para os periódicos selecionados, destacando os temas e palestrantes da Escola. Divulgação de edital de inscrições. Mês 5-6: Reforço da Divulgação Continuação das campanhas de marketing digital, otimizando-as com base nos resultados e feedbacks recebidos. Realização de parcerias institucionais para ampliar o alcance da divulgação e atrair participantes de diferentes países. Divulgação de estudantes selecionados. Mês 7: Foco em Resultados Análise dos resultados das campanhas de divulgação ¿ manifestações de interesse e número de inscrições. Implementação de ajustes nas estratégias com base nos resultados obtidos e feedback recebido dos participantes. Mês 8-10: Encerramento Envio de comunicado final com testemunhos e vídeo feito durante a escola para todos os participantes, parceiros institucionais e veículos de comunicação para garantir uma divulgação final dos resultados da Escola São Paulo de Ciência Avançada sobre Poluentes Emergentes.

Recursos didáticos: Lousa, banners, data show, rodas de conversas, livros, vídeos, aulas práticas, saída de campo, aulas expositivas.

Ementa: Introdução aos poluentes emergentes e sua relevância ambiental e para a saúde pública. Estratégias de predição e priorização de poluentes emergentes, incluindo pesticidas, fármacos e drogas ilícitas. Métodos analíticos para monitoramento ambiental, com ênfase em técnicas verdes e estudos de caso. Poluentes persistentes, como PFAS e PFOS: fontes, destino ambiental, impactos e estratégias de remediação. Micro e nanoplásticos como vetores de contaminação e desafios na avaliação de seus efeitos ecotoxicológicos. Vigilância ambiental e regulamentação de poluentes emergentes, incluindo resistência antimicrobiana e aspectos legais. Tecnologias de tratamento e remoção de poluentes emergentes em matrizes ambientais. Atividades práticas em laboratório e em campo para coleta, análise e mitigação de poluentes emergentes. Integração entre academia, indústria e políticas públicas na gestão desses contaminantes.