28073 - SUICÍDIO(S) E SUAS MÚLTIPLAS FACES
Ano Base: 2025Tipo de ação: CURSO DE EXTENSÃO
Plano de ensino
Plano de ensino: Este curso de extensão acontecerá de forma remota (online, via plataforma Google Meet) em 04 aulas, com três horas de duração cada uma, totalizando 12 horas de Curso no total. As aulas serão administradas semanalmente, em quatro terças feiras. O material pedagógico será de acesso livre, aos participantes do curso, sugeridos pelos professores para que os profissionais possam efetuar suas reflexões críticas e leituras sobre temas específicos abordados em aula, e na última aula os alunos apresentarão uma breve resenha pautando sobre seu aproveitamento durante o curso.
Objetivos e Resultados Esperados: Revisitar e atualizar os participantes profissionais dos serviços públicos de saúde, educação, cultura e assistência social sobre importância e desafios do cuidado em relação as ideações, tentativas e consumação de suicídios, principalmente entre a população jovem ( de 14 a 29 anos) e idosos, acima de 60 anos. Este tema durante muito tempo foi silencioso e silenciado, devido um conjunto de fatores associados a muitos estigmas e preconceitos ou ainda moralismos e julgamentos. O curso irá abordar de modo geral o fenômeno do suicídio na sua multiplicidade envolvendo os aspectos históricos, sociais, assim como possíveis estratégias de prevenção e posvenção, ou seja acolhimento e escuta das pessoas que ficam. quando alguém próximo, tira a própria vida, além de questões legislativas envolvendo o assunto.
Justificativas: O suicídio é um fenômeno humano complexo, presente ao longo da história do homem e foi passando por diferentes visões dimensões envolvendo costumes, valores e culturas. Na Antiguidade foi considerado tanto quanto um ato que vergonhoso e portanto punitivo, até como permitido em várias circunstancias.Na Idade Média passou a ser fortemente um pecado. No século XIX,teve inicio a visão de associá lo a transtornos s mentais, visão esta ainda presente nos dias atuais, como problema de saúde pública. Entretanto muitas outras compreensões também surgiram, dentre elas o desafio de lidar com este fenômeno humano não apenas em uma única perspectiva mas na suas múltiplas dimensões, cuja básica está um sofrimento insuportável, que não pode ser julgado e ou moralizado, seu caráter humano e social merecem muita atenção. Segundo dados da OMS, mais de 700 mil pessoas tiram a vida anualmente no mundo. Segundo dados da OMS (2024) aproximadamente 800 mil tiram a própria vida no mundo, uma morte a cada 40 segundos, sendo que 80% destes estão e países de renda média ou baixa. O Brasil é o oitavo país de maior número total de casos registrados, e o segundo entre a população de 14 a 29 anos. Neste sentido é necessário discutirmos esta temática de forma ampla, cuidadosa e acolhedora com profissionais das várias áreas do conhecimento, tanto no sentido da prevenção quanto na pósvenção.
Metodologias: Este curso de extensão acontecerá de forma remota (online, via plataforma Google Meet) em 04 aulas, com três horas de duração cada uma, totalizando 12 horas de Curso no total. As aulas serão administradas semanalmente, em quatro terças feiras. O material pedagógico será de acesso livre, aos participantes do curso, sugeridos pelos professores para que os profissionais possam efetuar suas reflexões críticas e leituras sobre temas específicos abordados em aula, e na última aula os alunos apresentarão uma breve resenha pautando sobre seu aproveitamento durante o curso.
Conteúdo programático com responsáveis pedagógicos por tema/assunto - aula ou grupo de aulas: 23/09-Apresentação do Curso Contextualização Geral do Suicidio no mundo e no Brasil. Suicidío(s) que fenômenos são estes? Prevenção e Pósvenção 30/09- Pesquisas sobre Suicídio no Brasil. Suicídio em população jovem e suas diferentes dimensões 07/10- Suicidio(s) o que estamos fazendo?I Projeto Vidas Preservadas ¿ Ceará Suicidio(s) o que estamos fazendo?II Forum Nacional Prevenção e Posvenção Universidades e Escolas Ensino Médio e Fundamental 14/10- Suicidio(s) o que estamos fazendo?III - UNB Suicidio(s) o que estamos fazendo?IV ¿ Coletivo Reexisto
Referências (bibliográficas e outras): 1.Vida Morte e Luto: Atualidades brasileiras: Karina Okajima Fukumitsu. Summus Editorial.2018. 2.Luto por Suicídio e Pósvenção: A outra margem. Summus Editorial. 3.Sofrimento Humano, Crise Psíquica e Cuidados.Ileno Izídio da Costa (Org.)FINATEC-Ed.UNB.(2014). 4. Morte e Desenvolvimento Humano. Maria Julia Kovács.Ed. Casa do Psicólogo. 2010. 5.Suicídio: Uma Alternativa à Vida: Fragmentos de Psicoterapia Existencial. Ed.Artesa,2017. 6.Suicído: uma questão de Saúde Pública? Ana Vitória Salimon Santos (Tese Doutorado em Psicologia)Universidade Estadual de Paulista (UNESP). Faculdade de Ciencias e Letras. Assis. (2024).
Modo e critérios da avaliação de aproveitamento: O recebimento da certificação do curso estará restrito a frequência de 90% nas aulas e a entrega de resenha com relato de um artigo sobre o tema, ao término do curso, assim como avaliação de cada uma das aulas.
Estratégias de Divulgação: catálogos da Unifesp
Recursos didáticos: internet, computador
Ementa: O suicídio é um fenômeno humano complexo, presente ao longo da história do homem e foi passando por diferentes visões dimensões envolvendo costumes, valores e culturas. Na Antiguidade foi considerado tanto quanto um ato que vergonhoso e portanto punitivo, até como permitido em várias circunstancias.Na Idade Média passou a ser fortemente um pecado. No século XIX,teve inicio a visão de associá lo a transtornos s mentais, visão esta ainda presente nos dias atuais, como problema de saúde pública. Entretanto muitas outras compreensões também surgiram, dentre elas o desafio de lidar com este fenômeno humano não apenas em uma única perspectiva mas na suas múltiplas dimensões, cuja básica está um sofrimento insuportável, que não pode ser julgado e ou moralizado, seu caráter humano e social merecem muita atenção. Segundo dados da OMS, mais de 700 mil pessoas tiram a vida anualmente no mundo. Segundo dados da OMS (2024) aproximadamente 800 mil tiram a própria vida no mundo, uma morte a cada 40 segundos, sendo que 80% destes estão e países de renda média ou baixa. O Brasil é o oitavo país de maior número total de casos registrados, e o segundo entre a população de 14 a 29 anos. Neste sentido é necessário discutirmos esta temática de forma ampla, cuidadosa e acolhedora com profissionais das várias áreas do conhecimento, tanto no sentido da prevenção quanto na pósvenção.