SIEX - Sistema de Informações de Extensão

30963 - "Ateliê de afetos: rodas de conversa e manualidades": tricô e conversas sobre a universidade
Ano Base: 2026
Tipo de ação: CURSO DE EXTENSÃO
Plano de ensino

Plano de ensino: O "Ateliê de afetos: rodas de conversa e manualidades na EFLCH" pretende criar um espaço para desenvolver dois tipos de atividades integradas: de um lado, atividades manuais como crochê, tricô, costura, macramê,entre outras. Atividades tradicionais, ligadas à memória familiar, e que promovem a atenção e o desenvolvimento da coordenação motora fina. Ao mesmo tempo, os encontros serão também um espaço de escuta e de trocas sobre temas contemporâneos, que podem ser sugeridos pelos participantes ou pelas coordenadoras. O curso pretende promover rodas de conversa sobre a universidade, junto com aulas de tricô.

Objetivos e Resultados Esperados: "O projeto Ateliê de afetos: rodas de conversa e manualidades" pretende ser uma instância para melhorar a saúde mental da comunidade da EFLCH, além de desenvolver o retorno de atividades como crochê, entre outras. Objetivos secundários: - Criar um espaço de escuta para dúvidas, questões e afetos da comunidade - Oferecer um espaço de aprendizado de atividades manuais diversas - Diminuir a solidão de pessoas da comunidade da EFLCH - Melhorar a saúde mental dos participantes - Diminuir os sintomas de solidão e ansiedade Este curso pretende promover o compartilhamento de vivências e experiências; aprendizado de uma atividade manual; expansão e reforço do sentimento de pertencimento e da autoestima de todos os participantes.

Justificativas: O campus Guarulhos costuma ser visitado rapidamente pela maioria dos alunos, apenas para realizar as atividades acadêmicas. As razões para este quadro são muitas, e não serão nomeadas aqui. Por outro lado, diversas pesquisas científicas e jornais vêm noticiando o aumento das doenças psíquicas entre jovens, como depressão e ansiedade. O "Ateliê de afetos: rodas de conversa e manualidades na EFLCH" pretende criar um espaço para desenvolver dois tipos de atividades integradas: de um lado, atividades manuais como crochê, tricô, costura, macramê,entre outras. Atividades tradicionais, ligadas à memória familiar, e que promovem a atenção e o desenvolvimento da coordenação motora fina. Ao mesmo tempo, os encontros serão também espaço de escuta e de trocas sobre temas contemporâneos. Ao promover encontros em torno de atividades coordenadas e conversas, o ateliê dos afetos pretende aproximar pessoas, promovendo a melhora na interação entre os participantes e, espera-se, a construção de vínculos afetivos, de modo a mitigar o isolamento e sintomas como depressão e ansiedade entre os jovens.

Metodologias: A metodologia será inspirada em procedimentos da terapia ocupacional, buscando aliar atividades manuais e atividades terapêuticas como conversas, jogos, e trocas. O projeto promove o protagonismo dos alunos de graduação, pois as oficinas ocorrem com uma estrutura dinâmica em que os participantes trocam informações, constroem projetos manuais juntos, conversam. A coordenadora e as alunas ficam caminhando pelo espaço, tentando ajudar a formar os pequenos grupos, "puxando conversa", ajudando em um ou outro trabalho - quando são convidadas a isso. As atividades manuais têm efeitos benéficos não apenas sobre a função motora e cognitiva, mas também têm efeitos relaxantes sobre os que as praticam.

Conteúdo programático com responsáveis pedagógicos por tema/assunto - aula ou grupo de aulas: Todos os encontros serão organizados em função das aulas de crochê e das conversas. Os encontros serão realizados às quartas-feiras, no entre-aulas (das 17h30 às 19hs), no LABART. Busca-se criar um espaço de liberdade criativa e de trocas espontâneas entre os participantes. Por isso, evitamos direcionar formalmente o que ocorre nas oficinas.

Referências (bibliográficas e outras): COSTA, Clarice Moura e FIGUEIREDO, Ana Cristina. Oficinas terapêuticas em saúde mental - sujeito, produção e cidadania. Coleções IPUB. Rio de Janeiro, Contra Capa Livraria, 2004. Ferrari, S. M. L. (2015). Grupos de terapia ocupacional em saúde mental: novas reflexões. In V. S. Maximino & F. Liberman (Orgs.), Grupos e Terapia Ocupacional: Formação, pesquisa e ações (pp. 226-237). São Paulo: Summus Editorial. ROLNIK, Suely. "O singular estado de arte sem arte". Boletim de Novidades. Pulsional Centro de Psicanálise, ano VIII, 72, p.70-73, 1995.

Modo e critérios da avaliação de aproveitamento: Será considerado aprovado o participante que tiver apenas uma falta.

Estratégias de Divulgação: No momento temos também um grupo de whatsapp, com cerca de 130 interessados, que responderam um questionário sobre seu interesse na oficina, que nos permitiu compreender melhor o que se espera destes encontros. Usaremos este grupo para divulgar o curso. Também faremos ações através da conta dos alunos de História da Arte no Instagram.

Recursos didáticos: Pedimos aos participantes que tragam suas agulhas de crochê e linhas.

Ementa: O curso pretende promover o compartilhamento de vivências e experiências entre os participantes, bem como o aprendizado de uma atividade manual, de forma a reforçar o sentimento de pertencimento e a autoestima de todos os participantes. O curso pretende diminuir a solidão e melhorar a saúde mental de alguns alunos, com as atividades manuais e as rodas de conversa. As atividades manuais têm efeitos benéficos não apenas sobre a função motora e cognitiva das pessoas, mas também têm efeitos relaxantes sobre os que as praticam.